 |
| |
 |
| |
União define portos nacionais que serão concentradores
Fonte: Valor Econômico - 09/10/2007
|
|
 |
| |
O porto de Santos e mais dois ou três outros, entre os quais o de Rio Grande (RS) e de Suape (PE), receberão investimentos prioritários para tornarem-se portos concentradores de cargas, aqueles que recebem ou despacham navios sem escalas intermediárias. A partir desses portos as cargas são distribuídas para outros menores, pela via da cabotagem, setor que deverá ser aberto à competição internacional. Santos responde por cerca de 40% da movimentação de contêineres no país, enquanto o de Rio Grande por 11% e Suape, por 3%.
O ministro Pedro Brito, da Secretaria Especial de Portos (SEP), ao avaliar a política de gestão portuária do país, está convencido de que com a duplicação do canal de Panamá, dentro de cinco anos, alguns portos brasileiros precisarão estar preparados para receber embarcações de maior porte, em comprimento, largura e calado.
O estágio de porto concentrador, segundo o ministro disse ao Valor, está certo para Santos e Rio Grande, enquanto Suape e Pecém (CE) ainda dependem de estudos, em andamento.
A SEP contratou uma consultoria internacional para preparar um plano diretor dos portos brasileiros, que definirá "novos paradigmas" para o setor.
Brito, que participou de seminário em Santos, garantiu que a dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao porto, cuja primeira etapa elevará a profundidade das águas da média de 12 metros para 15 metros, também alargará a calha do leito das águas da média de 200 metros para 250 metros, o que possibilitará o tráfego da navegação em mão dupla, o que hoje não é permitido. |
|
|
      |
| |
|
|
| |
|
|
|
 |
|